Karoline Agostini, Andressa Machado, Vitória Santos e eu, preparadas para o Arraiá do Medianeira.
Eu e Luíza, comandando a Cadeia do 3ºrão.
Parte da turma do 3ºrão.
Faço, então, uma pergunta aos jovens: "O que podemos fazer agora?" Falem que sou ignorante, podem falar, mas acredito que a nossa geração ainda pode fazer algo para salvar, não só o Brasil, mas o mundo inteiro. Quando parei para pensar hoje, percebi que estamos prestes a entrar em uma crise mundial, muito diferente de crises econômicas ou políticas, mas uma crise humana, onde as pessoas, aos poucos, se perderão por entre seus próprios desejos e não saberão por onde andar. Talvez, o fim do mundo seja em 2012. O mundo não acabará, o que entrará em extermínio são os que merecem. Quem sabe, até eu esteja nesse grupo, pois não sou mais do que ninguém para fazer julgamento, mas, cá entre nós, há um grupo que tem tendência a sofrer e ter um fim cruel. Tem gente que pensa ser tudo, enquanto é menos que nada.
De repente, podemos até nos sentir perdidos em um mundo distante, sem fundamento, mas a não certeza continua. Que tal se parassemos? O tempo, o relógio, tudo parado, mas o pensamento a mil. Por favor, acho que precisariamos de um dia assim, só para pensar. Quem sabe, a violência chegaria ao fim, as famílias seriam mais estruturadas no amor, as amizades seriam eternas e os relacionamentos, mais verdadeiros e concretos.